sábado, 8 de novembro de 2008

Histórico da nossa 2ª “FIV” (Fertilização In Vitro)

"(d)Eficiente que é (d)Eficiente... não desiste ao 1º obstáculo; mas luta para supera-lo, e realizar seus sonhos” (Luís Fernando Ferreira)

Após termos passado por uma nova consulta pelo CRH (Centro de Reprodução Humana) de São José do Rio Preto/SP, e termos feito novas baterias de exames, iniciamos mais um fatídico e doloroso tratamento de FIV, onde, retornamos numa segunda-feira dia 02 de junho para colhermos nossos materiais a serem fertilizados.

Sabíamos que se tudo ocorresse como prevíamos (com o desenvolvimento dos embriões na estufa), a Tereza (secretária do Drº Edinho) deveria nos ligar dentro de 3 dias. Não deu outra!... O Telefone toca na parte da manhã (era quinta-feira dia 05 de junho 2008). Era o Drº Edinho querendo falar comigo, e, dar a notícia de que os embriões haviam se desenvolvido de forma esplendorosa, e que a Maria (minha esposa) deveria estar na clínica por volta das 14h, para que fosse transferido para o seu útero 4 embriões; sendo que, 3 dos embriões haviam se desenvolvidos em grau “A” (os mais fortes), ótimos para transferência, e 1 dos outros embriões em grau “B” (médio), razoável para transferência.

Bom, só fiz um pedido à Tereza (secretária do Drº Edinho), que, após a transferência dos embriões para o útero da minha esposa, para que ela deixasse a minha mulher ficar em repouso pela clínica... não 2 horinhas como de costume, mas, que ela ficasse deitada (de barriga para cima), pelo menos, até o fechamento da clínica (por volta das 20/21 horas); pois, as chances da FIV dar certo (ao meu ver) seriam maiores, com esse amplo repouso de imediato.

É isso!... A minha mãe passou no começo da noite pela clínica (em São José do Rio Preto/SP); pegou a minha esposa, que, veio deitada no banco de traz do carro até a nossa casa (em Votuporanga/SP - 80 KMs de viagem... 50 minutos).

Neste momento, iniciávamos uma outra fase da nossa FIV (ao meu ver a pior). A minha esposa deveria ficar em repouso absoluto por 14 dias, até que fosse feito o exame de sangue BETA HCG QUANTITATIVO, para sabermos se os embriões haviam se colado na parede do endométrio (útero), e se havíamos conseguido ficar “grávidos” novamente; afinal, já tínhamos agendado um novo retorno à clínica (quinta-feira dia 19 de junho de 2008), onde, tiraríamos de vez esse peso e angústia que vínhamos carregando no decorrer desses 14 dias, pois, havia chegado à hora “H”, em que saberíamos pelas mãos do Drº Edinho, o resultado do exame de sangue BETA HCG QUANTITATIVO. E deu POSITIVÃO.

E tem mais...

Nestes 14 dias de angústia, passamos por um outro “pesadelo”; mas, para que não fique cansativo, relatarei na próxima postagem, ok?...

Abraços.

Luís Fernando e Maria.

Um comentário:

Flávia disse...

Meus amigos, nunca ficarei cansada de ver a Glória de DEUS na vida de vcs...Por mim ficaria aqui lendo e lendo...